1. Basquete: conclusão da derrocada anunciada.
Mal planejado, mal dirigido, mal formado, o basquete francano só poderia oferecer o que ofereceu: derrotas seguidas em momentos cruciais de torneios oficiais de 2010. Após o fiasco na Liga Sul-Americana, criticado duramente pelo Prefeito que, com o dinheiro do povo francano, custeia seu caríssimo plantel e comissão técnica, o time sofre outra eliminação, desta vez aplicada pelo Pinheiros, no Campeonato Paulista. Nesta última derrocada, destaque pela informação da matéria "Pinheiros vence por 24 pontos. Fora o baile", de autoria de Rodolfo César, do jornal "Comércio da Franca", de 18.12.10, p.E-2: "Helinho, que só saiu com dois minutos para terminar a parcial, esteve mal." Acrescente-se que há informação, ainda, de "empurra-empurra" entre o citado jogador e Thomas. Total dos pontos do jogador no jogo: 4. Por outro lado, questionado, o técnico francano não foi nada humilde, ao não saber explicar a razão da derrota: "Não sei como explicar. Talvez seja o lado psicológico". Nosso comentário: depois de três derrotas seguidas, para o mesmo time, não seria mais honesto declarar que o rival teria jogado melhor e, portanto, era merecedor das vitórias? Além, é claro, de assumir sua participação nas falhas do time e, ainda, parabenizar o adversário, como bem ensina a tradição do bom esporte? Mas, o que ocorreu posteriormente? Nova derrota: desta vez para o Joinville, de forma acachapante!
Ou seja, está passando da hora de medidas certeiras serem tomadas pela diretoria do basquete, atribuindo responsabilidade a quem de direito, além, é claro, de posicionamento radical do Prefeito, corrigindo o que todo mundo já sabe que está errado. Do jeito que está não pode permanecer. Melhor seria investir em categorias de base, formação de novos atletas e contratação de nova comissão técnica. Gastos mais modestos, visando o futuro, seriam melhor aceitos pela população. Afinal, o dinheiro público deve ser gasto corretamente e não usado para servir a caprichos individuais.
2. Trânsito mal planejado.
Local de crescente congestionamento, a rotatória do bairro S. Joaquim foi palco de desastrada atuação da Prefeitura que, para efetuar mudanças no local, obrigou os motoristas que transitavam pela região a realizar desvios longos, além de, de quebra, protagonizar imensos congestionamentos na região do Galo Branco para onde os veículos eram desviados.
E o que é pior, as mudanças efetuadas não garantem melhoria na situação caótica do trânsito.
3. Poluição sonora continua campeando na cidade.
Depois de sucessivas blitz da polícia contra cidadãos que insistem em equipar seus veículos com potentes alto-falantes estacionando em avenidas e postos de gasolina, perturbando o sossego público, novamente os contraventores voltam a atacar. Há duas semanas, nos finais de semana, vários veículos vêm se aboletando na Avenida Alonso Y Alonso, imediações da filial do posto Mário Roberto, defronte do Carrefour, com som em decibéis irregulares, incomodando os moradores da região. Para completar, a Prefeitura continua a permitir a realização de shows de cantores sertanejos, nas imediações do Franca Shopping, o que contraria o bom senso e o sossego da população do local. Até quando as autoridades responsáveis irão fechar os olhos para tais irregularidades ?
4. Estilo petista I.
Os jornais informam que teve início grande divulgação da mídia, com gastos abusivos de verba pública, para anunciar os feitos do governo Lula. No ano, Lula já gastou mais de um bilhão em verbas publicitárias de divulgação de atos de sua gestão.
Estilo petista II.
Chico Buarque de Hollanda, veterano compositor de grande talento e discutível opção política, por ocasião da disputa eleitoral do segundo turno, apoiou escancaradamente Dilma. Hoje, veio a notícia: Ana Buarque de Hollanda, sua irmã, foi convidada e guindada ao posto de Ministra da Cultura, sem qualquer currículo anterior que a respaldasse. Tudo explicado, não é ?
5. Novela no Poupatempo.
A inauguração do Poupatempo vem se arrastando há mais de 15 dias. Apesar de estarem prontos instalações, equipamentos e funcionários, as desculpas pelo atraso no início não se justificam: falta de tempo ou chuvas que impediam o vôo do governador. Enquanto isto a população não recebe qualquer informação dos responsáveis.
6. Outdoors com finalidades políticas.
Constantemente, somos obrigados a dar de cara com outdoors em que políticos locais comunicam a inauguração de obras realizadas pelo Governo do Estado, onde, visivelmente, o que mais se destaca é a participação dos mesmos. Embora não estejamos em época eleitoral, e aí poder-se-ia discutir a ilegalidade ou não de tais atitudes, pelo menos a parte da moralidade pública fica arranhada.
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