Dilma e a farsa da conta de energia.
Não faz muito tempo e a presidente Dilma colocou toda a mídia a postos para anunciar redução na conta de energia para todos.
Não durou muito. Bastou cair a farsa da administração pífia do setor energético para, agora, virem os responsáveis pelo Ministério da Energia anunciar que, fatalmente, ocorrerão aumentos na conta de energia, ficando a culpa para as intempéries climáticas. Mas, para que não afete a eleição da senhora Dilma, o aumento cairá no colo dos brasileiros em 2015.
Vale a pena ler o artigo de Elio Gaspari, na Folha de S.Paulo, deste domingo, sob o título: "Eletrocutada, a inépcia vira empulhação." Tudo isto nos conclama a unir forças com a oposição, no sentido de mudar a cara do país, mudando de vez a administração petista que acabou com o país.
Madames no celular e suas atitudes infracionais.
É incrível como cada vez mais, e sem fiscalização de nenhuma autoridade, mais pessoas insistam em dirigir falando nos celulares, colocando em risco não só os próprios como, também, os que os circulam.
O uso é genérico, tanto de homens como de mulheres. Mas, algumas, sofisticam. Assim, uma das inúmeras ruas francanas com absurda mão dupla, a Rua dos Pracinhas, imediações do Poliesportivo, vem constantemente sofrendo abusos de pessoas que deixam seus familiares numa escola de basquete denominada Chuí Chuá. Pude presenciar, na última quinta-feira, às 10h00, o ato infracional de uma madame, dirigindo uma Ecosport branca, simplesmente estacionar o veículo, na contramão e no meio da via, deixando seus filhos na escola e, ainda, com celular à mão, enquanto pronunciava palavras de despedida, deter-se em conversar no aparelho, enquanto, no sentido contrário os demais esperavam o término de seu abuso.
Quando se fala que o maior problema do país é educação, não é exagero, é pura verdade.
Baixa política.
Enquanto pululam críticas na cidade contra a fraca administração do atual prefeito, vê-se crescer, dia a dia, a preponderância daqueles que adotam uma política baixa. Politica baixa no sentido de integrarem os quadros de apoio à situação mas, longe, minarem as bases do prefeito, com críticas que agradam à população, sempre visando interesses próprios e não os da cidade. São aqueles que, antes mesmo de se candidatarem a qualquer cargo eletivo nas próximas eleições, já ameaçam bandear e passam a inserir propaganda subliminar na internet. Olho neles. São piores dos que aí estão!
domingo, 16 de março de 2014
domingo, 2 de março de 2014
Carnaval vermelho. Prefeito da Franca X ACIF. Vivo e o patrocínio do basquete.
Carnaval vermelho
O Estadão de hoje noticia sob o título " 'Carnaval vermelho' tem 21 fazendas invadidas", a mais nova ação do movimento dos "sem terra", relacionada à dissidência do grupo FNL, liderado por José Rainha Junior, no oeste do estado de São Paulo, com a finalidade de pressionar o governo a estabelecer novos assentamentos.
Trata-se de jogo de cena, uma vez que Dilma, assim como Lula anteriormente, apoia o grupo, apesar de não assumir. Típico comportamento petista. Uma das fazendas invadidas, na cidade de Marabá Paulista, pertence à Igreja Católica, diocese de Presidente Prudente, tradicionalmente defensora do movimento dos sem terra (MST).
Prefeito de Franca X ACIF
Na queda de braço entre o prefeito francano e a ACIF, entidade do comércio e indústria local, mais um round. O prefeito, acusando a ACIF de "leviana" e recebendo, em troca, a acusação de "despreparado". Infelizmente, para o cidadão francano, os dois lados estão errados. O prefeito porque não soube demonstrar liderança e ter recuado na medida ligada à proibição de estacionamento em ruas do centro, de grande movimento. O recuo não ajudou ninguém, pelo contrário, enfraqueceu a fiscalização e a implantação da medida necessária ao trânsito. Já a ACIF, que costuma lutar apenas pelo seu interesse, ignorando as necessidades da população, boicotando comerciantes de fora e outros absurdos, deveria, antes de criticar, apontar solução melhor. O que nunca fez.
Vivo e o patrocínio do basquete
No decorrer da semana, o jornal Comércio da Franca informou que a empresa Vivo não será mais patrocinadora do basquete local, interrompendo uma parceria de 6 anos.
Trata-se de uma medida já aguardada, tendo em conta os resultados pífios apresentados pelo time de basquete nos últimos tempos.
Caso não apareça novo patrocinador, o basquete terá de sobreviver apenas com a verba da Prefeitura de Franca que, apesar de volumosa, não será suficiente para cobrir a milionária folha de pagamento destinada aos jogadores e ao exagerado número de membros da comissão técnica.
O correto, se os valores despendidos continuarem a ser públicos, seria montar equipe de jovens valores e apostar no desenvolvimento dos mesmos, fato que demandaria recursos moderados e redundaria em melhores resultados a médio prazo.
O Estadão de hoje noticia sob o título " 'Carnaval vermelho' tem 21 fazendas invadidas", a mais nova ação do movimento dos "sem terra", relacionada à dissidência do grupo FNL, liderado por José Rainha Junior, no oeste do estado de São Paulo, com a finalidade de pressionar o governo a estabelecer novos assentamentos.
Trata-se de jogo de cena, uma vez que Dilma, assim como Lula anteriormente, apoia o grupo, apesar de não assumir. Típico comportamento petista. Uma das fazendas invadidas, na cidade de Marabá Paulista, pertence à Igreja Católica, diocese de Presidente Prudente, tradicionalmente defensora do movimento dos sem terra (MST).
Prefeito de Franca X ACIF
Na queda de braço entre o prefeito francano e a ACIF, entidade do comércio e indústria local, mais um round. O prefeito, acusando a ACIF de "leviana" e recebendo, em troca, a acusação de "despreparado". Infelizmente, para o cidadão francano, os dois lados estão errados. O prefeito porque não soube demonstrar liderança e ter recuado na medida ligada à proibição de estacionamento em ruas do centro, de grande movimento. O recuo não ajudou ninguém, pelo contrário, enfraqueceu a fiscalização e a implantação da medida necessária ao trânsito. Já a ACIF, que costuma lutar apenas pelo seu interesse, ignorando as necessidades da população, boicotando comerciantes de fora e outros absurdos, deveria, antes de criticar, apontar solução melhor. O que nunca fez.
Vivo e o patrocínio do basquete
No decorrer da semana, o jornal Comércio da Franca informou que a empresa Vivo não será mais patrocinadora do basquete local, interrompendo uma parceria de 6 anos.
Trata-se de uma medida já aguardada, tendo em conta os resultados pífios apresentados pelo time de basquete nos últimos tempos.
Caso não apareça novo patrocinador, o basquete terá de sobreviver apenas com a verba da Prefeitura de Franca que, apesar de volumosa, não será suficiente para cobrir a milionária folha de pagamento destinada aos jogadores e ao exagerado número de membros da comissão técnica.
O correto, se os valores despendidos continuarem a ser públicos, seria montar equipe de jovens valores e apostar no desenvolvimento dos mesmos, fato que demandaria recursos moderados e redundaria em melhores resultados a médio prazo.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Prédio do Fórum francano: não serve para um, mas serve para outro? Lula perde oportunidade de ficar quieto.
Prédio do Fórum: não serve para um, mas serve para outro?
Coisas estranhas acontecem na Administração Pública. Sob a desculpa de constantes inundações na região, o Tribunal de Justiça autorizou e avalizou a mudança das instalações da Justiça Estadual local, do atual prédio da Avenida Ismael Alonso Y Alonso, para outro locado pelo estratosférico aluguel mensal de R$90.000,00, na Avenida Presidente Vargas. Isto, sabendo-se que o município doou área para a construção de uma Cidade Judiciária e cujo investimento equivaleria ao montante a ser gasto nos cinco anos de contrato estabelecidos no imóvel locado.
Agora, segundo notícia do jornal Comércio da Franca, deste domingo, com a manchete "Polícia Civil de Franca quer criar 'super DP' no prédio do Fórum" (p. 11-A), reacende-se polêmica sobre a necessidade de mudança de local do Fórum. Afinal, o prédio não serve para a Justiça local, mas serve para receber toda a estrutura policial do município? Os problemas causados por inundações poderiam ser atenuados com obras para a Polícia, mas não para a Justiça?
Como um Estado administrado pela oposição (PSDB) permite atos que são condenados por aqueles que querem lisura e transparência nos atos da Administração Pública?
Lula perde oportunidade de ficar quieto.
Lula continua o mesmo. Com suas tiradas de deixar Pelé ficar corado, soltou mais uma pérola na cidade de Ribeirão Preto. Inconformado com a condenação de seus parceiros do PT, no julgamento da Ação Penal 470 (Mensalão), e procurando sair do ostracismo em que deveria permanecer, chamou a atenção da imprensa para afirmar: "ministros do STF não deveriam fazer política". Segundo noticia o jornal Folha de S. Paulo deste domingo, em evento de agronegócios afirmou: "O papel do ministro da Suprema Corte é falar nos autos do processo e não ficar falando para a televisão o que ele pensa. Se quer fazer política, entre num partido político e seja candidato". E disse mais: "Quando você indica alguém (para o STF), você está dando um emprego vitalício. O cidadão, se quiser fazer política, que diga: "Não aceito ser ministro, vou ser deputado, vou entrar num partido político e mostrar a cara."
Pois é, este cidadão foi presidente do país por dois mandatos e, até hoje, não aprendeu nada sobre democracia. Além disso, deveria dar graças a Deus de não ter sido incluído na lista dos julgados pelo Mensalão, onde estaria melhor inserido.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Petista não tem limite. Advogadas acuadas na Câmara Municipal.
Petista não tem limite.
Temos convivido com constantes atos de autoria de políticos petistas que demonstram o quanto nutrem o sentimento de arrogância e desmerecimento às autoridades constituídas. Há poucos dias, a presidente Dilma, voltando de Davos na Suíça, onde fez figuração nas discussões, deixou atônitos os brasileiros ao determinar que sua aeronave fizesse uma parada técnica em Lisboa, a caminho de Cuba, hospedando-se num luxuoso hotel com diária de 26 mil reais, além de estender as benesses à grande comitiva que lhe acompanhava, a qual também se beneficiou de acomodações em hotéis de luxo. Além disso, foi vista com sua equipe jantando no restaurante mais luxuoso de Lisboa e seus acompanhantes foram fotografados com garrafas de vinho na mão ao saírem do restaurante. Na volta, ignorou as críticas e informou que fez e fará novamente porque pagou de seu bolso suas despesas, assim como teriam feito seus assessores. Ou seja, a velha mistura de ética, lei e moral, necessária para confundir leigos.
Pois não é que, agora, em "Carta aberta ao ministro Joaquim Barbosa", outro petista, João Paulo Cunha, nas páginas do jornal Folha de S. Paulo, deste domingo (opinião, p. A 5), repete a notória arrogância petista e afronta o Presidente do STF, com críticas contundentes à sua atuação na ação Penal 470, da qual o deputado condenado fez parte como um dos mensaleiros.
Sua petulância foi tão extrema que se esqueceu de que foi condenado pelos ministros do STF e não somente pelo relator ministro Joaquim Barbosa.
Ou seja, petistas condenados, na prisão, criam campanhas na internet para arrecadarem vultosas quantias para quitarem seus débitos processuais, contando com o beneplácito de doadores inconsequentes ou com rabos presos também, presidente faz o que quer e gasta como quer e, agora, um condenado pelo mais alto Tribunal do país, se julga no direito de afrontar publicamente a maior autoridade da Justiça! Até onde os petistas entendem poder ir?
Advogadas acuadas na Câmara Municipal.
Ampla reportagem intitulada "Advogadas da Câmara acusam Jépy de ignorar dignidade e decoro", do jornal local Comércio da Franca (p.22 A), deste domingo, narra fatos estarrecedores que vêm ocorrendo na edilidade francana, impedindo que as profissionais concursadas exerçam dignamente suas atividades.
Pelo que consta na publicação, trata-se de assunto entregue aos meios judiciais e, também ao órgão de classe, no caso a OAB.
Espera-se um final justo para o episódio, pois Franca há muito anseia por uma Câmara que mereça respeito da população.
Como se viu acima, no Brasil atual, os políticos não respeitam limites éticos/morais e legais. Somente um Poder Judiciário firme e rápido pode dar um fim aos abusos que se cometem no dia a dia.
A velha divisão de Poderes de Montesquieu, limitando Executivo, Legislativo e Judiciário, cada um exercendo sua função e os três fiscalizando os demais ainda é válida nos dias atuais e, especialmente, nossos membros do Executivo e Legislativo deveriam conhecê-la e aplicá-la sempre.
Temos convivido com constantes atos de autoria de políticos petistas que demonstram o quanto nutrem o sentimento de arrogância e desmerecimento às autoridades constituídas. Há poucos dias, a presidente Dilma, voltando de Davos na Suíça, onde fez figuração nas discussões, deixou atônitos os brasileiros ao determinar que sua aeronave fizesse uma parada técnica em Lisboa, a caminho de Cuba, hospedando-se num luxuoso hotel com diária de 26 mil reais, além de estender as benesses à grande comitiva que lhe acompanhava, a qual também se beneficiou de acomodações em hotéis de luxo. Além disso, foi vista com sua equipe jantando no restaurante mais luxuoso de Lisboa e seus acompanhantes foram fotografados com garrafas de vinho na mão ao saírem do restaurante. Na volta, ignorou as críticas e informou que fez e fará novamente porque pagou de seu bolso suas despesas, assim como teriam feito seus assessores. Ou seja, a velha mistura de ética, lei e moral, necessária para confundir leigos.
Pois não é que, agora, em "Carta aberta ao ministro Joaquim Barbosa", outro petista, João Paulo Cunha, nas páginas do jornal Folha de S. Paulo, deste domingo (opinião, p. A 5), repete a notória arrogância petista e afronta o Presidente do STF, com críticas contundentes à sua atuação na ação Penal 470, da qual o deputado condenado fez parte como um dos mensaleiros.
Sua petulância foi tão extrema que se esqueceu de que foi condenado pelos ministros do STF e não somente pelo relator ministro Joaquim Barbosa.
Ou seja, petistas condenados, na prisão, criam campanhas na internet para arrecadarem vultosas quantias para quitarem seus débitos processuais, contando com o beneplácito de doadores inconsequentes ou com rabos presos também, presidente faz o que quer e gasta como quer e, agora, um condenado pelo mais alto Tribunal do país, se julga no direito de afrontar publicamente a maior autoridade da Justiça! Até onde os petistas entendem poder ir?
Advogadas acuadas na Câmara Municipal.
Ampla reportagem intitulada "Advogadas da Câmara acusam Jépy de ignorar dignidade e decoro", do jornal local Comércio da Franca (p.22 A), deste domingo, narra fatos estarrecedores que vêm ocorrendo na edilidade francana, impedindo que as profissionais concursadas exerçam dignamente suas atividades.
Pelo que consta na publicação, trata-se de assunto entregue aos meios judiciais e, também ao órgão de classe, no caso a OAB.
Espera-se um final justo para o episódio, pois Franca há muito anseia por uma Câmara que mereça respeito da população.
Como se viu acima, no Brasil atual, os políticos não respeitam limites éticos/morais e legais. Somente um Poder Judiciário firme e rápido pode dar um fim aos abusos que se cometem no dia a dia.
A velha divisão de Poderes de Montesquieu, limitando Executivo, Legislativo e Judiciário, cada um exercendo sua função e os três fiscalizando os demais ainda é válida nos dias atuais e, especialmente, nossos membros do Executivo e Legislativo deveriam conhecê-la e aplicá-la sempre.
domingo, 26 de janeiro de 2014
Mainardi X Luiza. Dilma passeia em Lisboa.
Mainardi X Luiza.
Numa das últimas edições do programa televisivo Manhattan Connection aconteceu uma polêmica entre o jornalista Diego Mainardi e a empresária Luiza Rodrigues, do Magazine Luiza, onde o assunto girou sobre pontos de vista diversos: Luiza, defendendo uma economia cor de rosa e um Brasil maravilhoso e, Mainardi, alertando sobre a crise do comércio e a situação crítica da economia brasileira. Logo, defensores de Luiza, alguns órgãos de imprensa e petistas fanáticos, somaram críticas a Mainardi, notório crítico do PT, Lula e Cia., há muito tempo, nas páginas da revista Veja.
Não é segredo para ninguém que Luiza é defensora arraigada dos governos petistas, não tanto por possuir algum conhecimento de política, mas, principalmente, por ter sido sua empresa beneficiada pelos programas demagógicos dos governos petistas, seja no que retirou o IPI de alguns eletroeletrônicos e, posteriormente, naquele criando um crédito aos consumidores para a aquisição dos mesmos. Logo, seus argumentos não podem ser levados a sério.
Já, Mainardi, como bom jornalista que é, estava no seu papel, de tentar obter da entrevistada alguma confirmação sobre suas alegações, que não tinham nada de absurdo.
O que não se pode conceber é a tomada de posição de alguns órgãos de comunicação que constantemente são beneficiados com a inserção de mídia pela empresa da entrevistada, além, é claro, de críticas de petistas infiltrados em órgãos que apoiam o governo, que não perdem oportunidade de atacar Mainardi, há muito tempo considerado uma pedra no sapato de Lula, Dilma e Cia.
Dilma passeia em Lisboa.
Após discurso demagógico em Davos (Suíça), onde solicitou investimentos de outros países, Dilma deixou cair o véu e agiu como nos bons momentos da era petista. Tinha volta com parada em Cuba, onde às custas do dinheiro público, patrocinou a construção de um porto (via BNDES), pela construtora Odebrecht (sempre ela) para os amados "companheiros". Mas, segundo relata o jornal Folha de S.Paulo, deste domingo, na nota "Sem registro na agenda oficial, Dilma vai a Lisboa" (p. A
10), sob a desculpa de sua aeronave não possuir autonomia técnica para viajar de Davos a Cuba, foi efetuada a estadia em Lisboa, ficando no Ritz Lisboa, com diárias de até 8.265 euros (R$27 mil) e demais membros no Hotel Tivoli, sendo que a comitiva total ocupou mais de 30 quartos dos dois hotéis. O jornal informa ainda que a presidente "aproveitou a parada e saiu para jantar em um tradicional restaurante da capital portuguesa".
Esta é a presidente, candidata à reeleição que diz trabalhar para maior inclusão de brasileiros e que, particularmente, age de maneira frontalmente contrária ao que prega.
Não nos esqueçamos destes fatos em outubro próximo.
domingo, 19 de janeiro de 2014
Destaques da semana: Nome a viaduto fantasma. Rolezinhos. Calçadas. Ganhos notariais.
Destaques da semana:
1. Nome a viaduto fantasma.
A notícia curiosa da semana foi estampada no jornal Comércio da Franca deste domingo, sob o título: "Vereadores batizam viaduto ainda inexistente" (p.9 A), de autoria do repórter Edson Arantes, conhecedor dos bastidores da Câmara Municipal. No texto, há a informação de que, embora o ano legislativo não tenha iniciado, os vereadores teriam sido convocados para uma sessão extraordinária na segunda-feira, para análise de sete "importantes" projetos, sendo cinco de "homenagens". E a curiosidade se dá pela preciosidade proposta pelo vereador Marco Garcia, da base do Prefeito, que apresentou projeto para indicar nome de Osvaldo Bernardini Coral (?) a um futuro viaduto a ser construído, sem previsão de data, no cruzamento das avenidas Alonso Y Alonso com Champagnat, um sonho faraônico do ex-prefeito Sidnei Rocha, para completar a obra iniciada com o já construído "D. Quita". Na mesma nota, há a informação de que, na mesma sessão, serão discutidos projeto de abono de R$300,00 para os servidores da Câmara e a criação de cargos comissionados de diretor-geral e diretor-jurídico, para, segundo o articulista: "aposta de Jépy Pereira (PSDB) para ter sob seu controle os funcionários 'rebeldes' ". Realmente, o ano promete, com tanta energia dos nobres vereadores para assuntos nem tão nobres.
2. Rolezinhos.
Subitamente, a sociedade brasileira se depara com nova prática: o "rolezinho", atitude de grupos de jovens que, em shopping centers, provocam aglomerações e movimentações bruscas, especialmente em escadas rolantes, no sentido de perturbar a tranquilidade dos frequentadores e especificamente dos lojistas ali estabelecidos. É claro que alguns atos de rebeldia sempre são vistos aqui e acolá nos centros de compras. No entanto, neste caso, os movimentos são programados via redes sociais, à semelhança das artimanhas de quadrilhas organizadas para práticas de delitos.
Num primeiro momento, a imprensa dos grandes órgãos, especialmente a Folha de S. Paulo, passou a criticar a repressão efetuada pelos seguranças civis e militares, acoimando a reação como ato discriminatório racial. Vários segmentos ligados aos direitos humanos logo se colocaram à frente como defensores dos "pobres oprimidos" participantes dos "rolês".
Alguns shoppings procuraram se cercar de garantias e até fecharam suas portas à iminência de "rolês" anunciados.
Acontece que, até o momento, não há um entendimento uniforme sobre as motivações do rolê e até a Folha de S. Paulo, através de seu "ombudsman", Suzana Singer, neste domingo, sob o título "Enrolados" (p.A6) critica as análises precipitadas e o recuo dos jornalistas.
Estou de acordo com um leitor da própria Folha que, no Painel do Leitor (opinião p.A3) assim resumiu a questão: "Rolezinho combinado nas redes sociais para doar sangue, limpar escolas ou visitar um asilo ninguém faz, não é?".
3. Calçadas.
Após o anúncio da Prefeitura Municipal de Franca, relacionado à fiscalização sobre as calçadas, em campanha por ela iniciada, comentamos neste Blog sobre a necessidade de a Municipalidade dar o exemplo e citamos a área das cercanias do Poliesportivo como um exemplo de falta de calçamento.
Felizmente, nesta última sexta-feira, para surpresa nossa, presenciamos a movimentação de funcionários dando início ao calçamento da parte existente no portão principal do Poliesportivo.
Bom sinal.
4. Ganhos notariais.
Não é de hoje que o cidadão brasileiro se espanta com o poder inatacável e os ganhos estratosféricos de nossos cartórios (tabelionatos e registros públicos). A Constituição Federal de 1988 deu um passo nas mudanças pretendidas pelo povo, exigindo concurso público para o preenchimento dos cargos de comando dos cartórios. No entanto, como se sabe, ainda hoje, muitos cartórios mantêm suas chefias por força de liminares judiciais afrontando a exigência de concursos para o preenchimento dos cargos para os quais os mesmos ainda não foram realizados. E como o lobby notarial é forte na Câmara dos Deputados já há projeto visando regularizar a situação daqueles que não fizerem concursos.
Agora, vários órgãos da imprensa, como Veja, Globo e a publicação Migalhas (publicação jurídica) noticiaram os vultosos rendimentos obtidos por cartórios nacionais, publicando a lista daqueles que mais auferem. O jornal O Globo, deste domingo, fez inclusive extensa matéria, sob o título "Cartórios faturam 1 bilhão por mês no Brasil", que detalha a questão.
Como não poderia deixar de acontecer, as notícias provocaram a reação imediata dos notários que, em redes sociais, atacam a mídia.
No meu modo de ver, há muito tempo, não entendo como o governo abre mão da receita auferida pelos cartórios. Deveria haver um esforço para uma mudança legislativa no sentido de se manter o concurso para os cargos, passando para a órbita pública a gestão, com as rendas revertidas para o Município e os funcionários percebendo remuneração fixada.
Até hoje, no Brasil, se exige reconhecimento de firma de determinados documentos (vultosa receita dos cartórios), quando em outros países, como na França, uma simples declaração de próprio punho do interessado é aceita como documento, uma vez que se falsa, o autor responderá por ilícito penal. E todos respeitam.
1. Nome a viaduto fantasma.
A notícia curiosa da semana foi estampada no jornal Comércio da Franca deste domingo, sob o título: "Vereadores batizam viaduto ainda inexistente" (p.9 A), de autoria do repórter Edson Arantes, conhecedor dos bastidores da Câmara Municipal. No texto, há a informação de que, embora o ano legislativo não tenha iniciado, os vereadores teriam sido convocados para uma sessão extraordinária na segunda-feira, para análise de sete "importantes" projetos, sendo cinco de "homenagens". E a curiosidade se dá pela preciosidade proposta pelo vereador Marco Garcia, da base do Prefeito, que apresentou projeto para indicar nome de Osvaldo Bernardini Coral (?) a um futuro viaduto a ser construído, sem previsão de data, no cruzamento das avenidas Alonso Y Alonso com Champagnat, um sonho faraônico do ex-prefeito Sidnei Rocha, para completar a obra iniciada com o já construído "D. Quita". Na mesma nota, há a informação de que, na mesma sessão, serão discutidos projeto de abono de R$300,00 para os servidores da Câmara e a criação de cargos comissionados de diretor-geral e diretor-jurídico, para, segundo o articulista: "aposta de Jépy Pereira (PSDB) para ter sob seu controle os funcionários 'rebeldes' ". Realmente, o ano promete, com tanta energia dos nobres vereadores para assuntos nem tão nobres.
2. Rolezinhos.
Subitamente, a sociedade brasileira se depara com nova prática: o "rolezinho", atitude de grupos de jovens que, em shopping centers, provocam aglomerações e movimentações bruscas, especialmente em escadas rolantes, no sentido de perturbar a tranquilidade dos frequentadores e especificamente dos lojistas ali estabelecidos. É claro que alguns atos de rebeldia sempre são vistos aqui e acolá nos centros de compras. No entanto, neste caso, os movimentos são programados via redes sociais, à semelhança das artimanhas de quadrilhas organizadas para práticas de delitos.
Num primeiro momento, a imprensa dos grandes órgãos, especialmente a Folha de S. Paulo, passou a criticar a repressão efetuada pelos seguranças civis e militares, acoimando a reação como ato discriminatório racial. Vários segmentos ligados aos direitos humanos logo se colocaram à frente como defensores dos "pobres oprimidos" participantes dos "rolês".
Alguns shoppings procuraram se cercar de garantias e até fecharam suas portas à iminência de "rolês" anunciados.
Acontece que, até o momento, não há um entendimento uniforme sobre as motivações do rolê e até a Folha de S. Paulo, através de seu "ombudsman", Suzana Singer, neste domingo, sob o título "Enrolados" (p.A6) critica as análises precipitadas e o recuo dos jornalistas.
Estou de acordo com um leitor da própria Folha que, no Painel do Leitor (opinião p.A3) assim resumiu a questão: "Rolezinho combinado nas redes sociais para doar sangue, limpar escolas ou visitar um asilo ninguém faz, não é?".
3. Calçadas.
Após o anúncio da Prefeitura Municipal de Franca, relacionado à fiscalização sobre as calçadas, em campanha por ela iniciada, comentamos neste Blog sobre a necessidade de a Municipalidade dar o exemplo e citamos a área das cercanias do Poliesportivo como um exemplo de falta de calçamento.
Felizmente, nesta última sexta-feira, para surpresa nossa, presenciamos a movimentação de funcionários dando início ao calçamento da parte existente no portão principal do Poliesportivo.
Bom sinal.
4. Ganhos notariais.
Não é de hoje que o cidadão brasileiro se espanta com o poder inatacável e os ganhos estratosféricos de nossos cartórios (tabelionatos e registros públicos). A Constituição Federal de 1988 deu um passo nas mudanças pretendidas pelo povo, exigindo concurso público para o preenchimento dos cargos de comando dos cartórios. No entanto, como se sabe, ainda hoje, muitos cartórios mantêm suas chefias por força de liminares judiciais afrontando a exigência de concursos para o preenchimento dos cargos para os quais os mesmos ainda não foram realizados. E como o lobby notarial é forte na Câmara dos Deputados já há projeto visando regularizar a situação daqueles que não fizerem concursos.
Agora, vários órgãos da imprensa, como Veja, Globo e a publicação Migalhas (publicação jurídica) noticiaram os vultosos rendimentos obtidos por cartórios nacionais, publicando a lista daqueles que mais auferem. O jornal O Globo, deste domingo, fez inclusive extensa matéria, sob o título "Cartórios faturam 1 bilhão por mês no Brasil", que detalha a questão.
Como não poderia deixar de acontecer, as notícias provocaram a reação imediata dos notários que, em redes sociais, atacam a mídia.
No meu modo de ver, há muito tempo, não entendo como o governo abre mão da receita auferida pelos cartórios. Deveria haver um esforço para uma mudança legislativa no sentido de se manter o concurso para os cargos, passando para a órbita pública a gestão, com as rendas revertidas para o Município e os funcionários percebendo remuneração fixada.
Até hoje, no Brasil, se exige reconhecimento de firma de determinados documentos (vultosa receita dos cartórios), quando em outros países, como na França, uma simples declaração de próprio punho do interessado é aceita como documento, uma vez que se falsa, o autor responderá por ilícito penal. E todos respeitam.
domingo, 5 de janeiro de 2014
Calçadas francanas na pauta. Praças ignoradas.
Calçadas francanas na pauta.
Franca é, tradicionalmente, uma das cidades que apresentam as piores calçadas das cidades paulistas.
Há certo tempo, a Prefeitura Municipal anunciou o Projeto Calçada Segura, que almeja regularizar o problema. O anúncio ficou em banho-maria. Agora, o jornal Comércio da Franca, em sua manchete de sábado (04.01) faz reportagem intitulada "Prefeitura vai multar imóveis sem calçada ou com pavimento ruim". Além da fiscalização sobre os imóveis já existentes e em situação irregular quanto às calçadas, adianta-se que aqueles novos não terão o habite-se se não apresentarem calçamento regular. Na matéria há a informação de que a Prefeitura irá dar o exemplo regularizando o calçamento dos bens públicos.
Custa a crer. No entanto, vamos acompanhar para ver se a Prefeitura, cumprindo sua parte, efetua o calçamento de todo o entorno do Poliesportivo e das principais praças públicas. Se tal ocorrer, já será um bom início. Quanto aos imóveis dos cidadãos, melhor seria começar por aqueles que têm grandes áreas não construídas em terrenos baldios repletos de matagal, objetos de especulação imobiliária, outro problema crônico do município.
Praças ignoradas.
A propósito, não deve a Prefeitura se preocupar apenas com o estado das calçadas públicas. Outra grande carência local diz respeito a nossas praças públicas. Como todos verificam, nossas principais praças públicas estão em total abandono e não se criam novas, apesar de existirem diversos espaços aguardando providências.
Desde a época da Dra. Olga Toledo, há boas décadas, não aparece profissional inspirado no cultivo ao embelezamento e cuidado das praças. Basta ver as duas mais centrais: Praça N. S. Conceição e Barão, exemplos de falta de atenção e criatividade, com plantas visivelmente abandonadas.
Parece que nossos administradores, embora sejam adeptos de viagens a outras plagas, não cultivam o hábito de apreciarem os bons exemplos de cidades congêneres e não dão o devido valor a esta parte saudável e necessária ao convívio humano.
Franca é, tradicionalmente, uma das cidades que apresentam as piores calçadas das cidades paulistas.
Há certo tempo, a Prefeitura Municipal anunciou o Projeto Calçada Segura, que almeja regularizar o problema. O anúncio ficou em banho-maria. Agora, o jornal Comércio da Franca, em sua manchete de sábado (04.01) faz reportagem intitulada "Prefeitura vai multar imóveis sem calçada ou com pavimento ruim". Além da fiscalização sobre os imóveis já existentes e em situação irregular quanto às calçadas, adianta-se que aqueles novos não terão o habite-se se não apresentarem calçamento regular. Na matéria há a informação de que a Prefeitura irá dar o exemplo regularizando o calçamento dos bens públicos.
Custa a crer. No entanto, vamos acompanhar para ver se a Prefeitura, cumprindo sua parte, efetua o calçamento de todo o entorno do Poliesportivo e das principais praças públicas. Se tal ocorrer, já será um bom início. Quanto aos imóveis dos cidadãos, melhor seria começar por aqueles que têm grandes áreas não construídas em terrenos baldios repletos de matagal, objetos de especulação imobiliária, outro problema crônico do município.
Praças ignoradas.
A propósito, não deve a Prefeitura se preocupar apenas com o estado das calçadas públicas. Outra grande carência local diz respeito a nossas praças públicas. Como todos verificam, nossas principais praças públicas estão em total abandono e não se criam novas, apesar de existirem diversos espaços aguardando providências.
Desde a época da Dra. Olga Toledo, há boas décadas, não aparece profissional inspirado no cultivo ao embelezamento e cuidado das praças. Basta ver as duas mais centrais: Praça N. S. Conceição e Barão, exemplos de falta de atenção e criatividade, com plantas visivelmente abandonadas.
Parece que nossos administradores, embora sejam adeptos de viagens a outras plagas, não cultivam o hábito de apreciarem os bons exemplos de cidades congêneres e não dão o devido valor a esta parte saudável e necessária ao convívio humano.
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